A Matemática Ei, minha nobre companheira, que outrora me roubaste o sono, Agora, esquecida e enfraquecida, posso te olhar do alto, Quantas vezes quase me levaste ao desespero, Mas hoje, posso enfim, te ver apenas como uma ciência vazia. Não que os teus teoremas, não tenham valor, não é isso ! Nem que o fantasma da trigonometria ainda me morda o calcanhar, Mas é um alívio saber que nunca mais me porás à prova, Nem mesmo que por ti, terei de queimar o meu ATP ! Nobre amiga, ainda não ...